O anúncio na última terça-feira de que a revista Playboy deixará de publicar nos Estados Unidos imagens de mulheres totalmente nuas, como parte de uma reformulação editorial, espalhou um certo luto entre o público. Sabendo disso e igualmente tomado pela comoção generalizada, a escolher as capas inesquecíveis da PLAYBOY. E após muita sugestão, risada e até mesmo alguns suspiros, chegamos às dez melhores de todos os tempos.

Confira abaixo o time de musas eleitas.

Cristiane Torloni – Uma beleza que fugia do “normal”. Mulher grande, estrela de novela, mulher de psicanalista (Eduardo Mascarenhas, já falecido). La Torloni era estrela de novela. Suas curvas provocaram filas nas bancas.

Adriana Galisteu – Depois de conquistar o coração de Ayrton Senna, ela arrebatou paixões no Brasil inteiro. Dizem que a pedra onde Adriane fez uma das fotos acabou vendida em leilão. Por uma fortuna. E quem se esquece da mais famosa raspadinha das revistas brasileiras?

Joana Prado, a Feiticeira – Um presentão de Natal. Ninguém sabia como era o rosto da Feiticeira, um ícone do fim dos anos 90. E continuou sem saber, porque o rosto não foi mostrado. E, na verdade, quem sentiu falta do rosto com tudo o que apareceu nas fotos? É a edição mais vendida até hoje.

Cléo Pires – Filha do Fábio Jr e de Glória Pires, musa de 10 entre 10 jovens brasileiros. Cléo lembrou os “leitores” que nem só de BBBs pseudo-famosas se faz a revista. A capa é fantástica!

Vera Fischer – Se tem barraco, tem Vera. A mesma Vera que estrelou inúmeras pornochanchadas no cinema precisa mostrar que aos 48 anis estava em forma. Um ensaio corajoso e de enorme sucesso.

Xuxa – A Rainha dos baixinhos abriu seu coração, seu roupão, seu… Opa, melhor não comentar nada aqui, né? A Justiça deixa? Produção?

Deborah Secco – É magra? Não!!!! Deborah é linda. Encantou jogadores de futebol, cantores gospel e o Brasil inteiro. Ave Debby!

Kelly Key – Baby, o Brasil babou naquele final de ano. A potência que falta na voz, sobra nas curvas bem fornidas da nossa funkeira de maternal. A foto do ventilador, Cristo!, abranda quenturas generalizadas. É antológica

Luíza Brunet – Quem nasce rainha nunca perde a majestade. La Brunet é elegante até no nome. Seu ensaio é encantador, impossível não se apaixonar.

Hortência – A beleza não é o forte da maior jogadora de basquete do Brasil em todos os tempos. Mas quem acertava a cesta com precisão também merecia uma chance, não é não?